Destaques
O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) oficializou, em publica-ção no Diário Oficial da União (DOU), o regime de transição para a implementação dos pedágios eletrônicos sem cancelas, conhecidos como “free flow”. A medida, anunciada pelo governo federal, prevê a suspensão temporária das multas por evasão nesse sis
tema, como forma de adaptação dos motoristas à nova tecnologia.
De acordo com a resolução, as penalidades ficarão suspensas por um período de 200 dias. Após esse prazo, as multas voltarão a ser aplicadas caso o usuário não efetue o pagamento da tarifa. A decisão também abrange motoristas que já haviam sido autuados antes da medida, com a previsão de cancelamento de cerca de 3 mil-hões de infrações registradas em rodovias federais e estaduais.
Durante o período de transição, o pagamento do pedágio dentro do prazo estabelecido garantirá o cancelamento da multa e a não contabilização de pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Atualmente, a evasão de pedágio é
considerada infração grave, com multa de R$ 195,23 e acréscimo de cinco pontos na habilitação, conforme determina o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
O Contran esclareceu que, excepcionalmente durante esse período, não será configurada a infração por não pagamento imediato da tarifa em sistemas de livre passagem, reforçando o caráter educativo da medida enquanto o modelo é consolidado no país.
A iniciativa busca reduzir inconsistências operacionais e ampliar a compreensão dos motoristas sobre o funcionamento do sistema “free flow”, que dispensa praças físicas de pedágio e realiza a cobrança de forma automática, por meio de leitura de placas ou dispositivos eletrônicos instalados nos veículos
Dois anos após a maior tragédia climática da história recente do Rio Grande do Sul, o governo de Eduardo Leite já havia investido R$ 52,3 milhões em estudos técnicos de batimetria e topografia voltados à prevenção de cheias em eventos extremos. As iniciativas integraram o eixo de prevenção do Plano Rio Grande e tiveram como objetivo subsidiar a tomada de decisões, qualificar intervenções e fortalecer ações de monitoramento, reconstrução e planejamento territorial. Com investimentos em diferentes áreas, o Plano Rio Grande já somava R$ 14 bilhões entre valores pagos, empenhados e aprovados por meio do Fundo do Plano Rio Grande (Funrigs). Para além de projetos voltados à reconstrução de estruturas e locais atingidos, o programa buscou resgatar vidas e trabalhar na construção do futuro do Estado. À época, o Rio Grande do Sul passou a contar com um conjunto estruturado de ações que ampliaram sua capacidade de resposta e prevenção, tornando-o mais resiliente. Essa transformação não se limitou à gestão de riscos climáticos, mas também fortaleceu a economia, a infraestrutura e a capacidade institucional, preparando o Estado para enfrentar desafios e sustentar seu desenvolvimento nos anos seguintes. Até então, o Rio Grande do Sul e o Brasil não haviam contado com um plano estruturado com essa finalidade. Coordenados pela Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema), os estudos técnicos envolveram, de um lado, a batimetria, responsável pela medição da profundidade de rios, lagos e outros corpos d’água para mapear o relevo subaquático. De outro, analisaram a topografia, que trouxe dados das características naturais e artificiais do terreno, fundamentais para garantir maior precisão técnica nas políticas públicas voltadas à adaptação climática. A titular da Sema, Marjorie Kauffmann, destacou que os estudos estavam consolidando uma base técnica altamente qualificada, ampliando a capa-cidade do Estado de planejar intervenções com maior precisão e antecipar respostas diante de eventos climáticos extremos. Ela afirmou que os levantamentos representaram um avanço estraté-gico na incorporação de dados e evidências à gestão pública, constituindo um legado para o Estado e elevando o nível da tomada de decisão, além de contribuir diretamente para o fortaleci-mento da resiliência do Rio Grande do Sul. Na área de topografia, o trabalho previu a elabo-ração de um Modelo Digital de Terreno (MDT) para parte do território gaúcho. A ferramenta seria utilizada no planejamento da reconstrução, na organização da ocupação urbana e no desen-volvimento de modelagens hidrológicas e hidráu-licas, voltadas à previsão de eventos extremos. A empresa contratada já havia apresentado o pla-no de trabalho, que se encontrava em fase final de ajustes técnicos. O escopo incluiu a geração de MDT e de Modelo Digital de Superfície (MDS), a partir de aerolevantamento com tecnologia LiDAR (Light Detection and Ranging), reconhecida pela alta precisão no mapeamento altimétrico de grandes áreas. Além desse contrato, estava em andamento a licitação para contratação da etapa de fiscalização, considerada estratégica.
Polícia
Clubes/ Sociais
Saúde
O barraco virtual ganhou novos contornos explosivos! A advogada Deolane Bezerra resolveu entrar com tudo na treta que já incendiava as redes entre Luana Piovani e Virginia Fonseca — e o clima, que já era tenso, virou praticamente um campo de guerra digital.
Desde a tarde de segunda-feira (27), o bate-boca já dava o que falar, mas foi quando Deolane apareceu que a situação saiu do controle. Sem medir palavras, ela invadiu o Instagram e disparou ataques diretos contra Luana, elevan-do o nível da polêmica a um patamar ainda mais agressivo.


































































